Mil e um estereótipos

Antes de qualquer coisa que eu escrever aqui, nós vamos concordar que em uma faculdade existe muita gente estranha. Mas e quando esse estranho é o professor? Vou esparrar uma parada aque nessa bagaça. No meu curso só tem professor entranho, mas é tudo sagaz. Não parece, mas é. Eheuheue

Eu posso falar que todos os meus professores são legais. Eu não estou puxando saco até por que eles não lêem meu blog. =p Vendo isso de uma forma geral eu percebi que temos os mesmos estereótipos de professores em todos os cursos basicamente.

Começar com O gente boa, aquele que passa só trabalho em sala, e quando passa algo mais complicado prorroga as datas de entrega até os 49 do segundo tempo ele geralmente já tem uma certa idade, é casado e sente falta do seu tempo de garotão comedor pica das galáxias.

Temos também O sou foda. O sou foda é aquele que realmente é foda e sabe disso. É um dos piores, mas também é com ele que você mais vai aprender. Ele não tem medo de contar seus podres, não se importa em ser visto em lugares tensos, não se importa em falar qualquer coisa, isso por que ele é foda.

Um que sempre tem é O velhinho. Todo curso tem um professor velhinho. Aquele que fala, fala, fala e fala. Só fala! É do tipo que tem um conhecimento féla da puta pra passar e descobriu o pior jeito, o jeito mais “porre” de passar.

Não podemos esquecer de O garotão. Esse tem na faixa de 49 a 59 anos fisicamente e 19 a 29 mentais. É aquele que fala: Brother, colé, sangue bom, tá tranqüilo e pods crer. Essas são gírias típicas de O garotão. Ele passa trabalhos super fáceis e muitas das vezes são práticos. Ele faz isso por que não teve essa oportunidade quando ele fez o curso há 30 anos.

A drogada. Ela é super viajada, conhece milhões de pessoas, milhões de lugares, e tem um certo delay diante de perguntas, ou até sem elas. O.o pra falar. Não necessariamente tem que ser mulher, só mudei pra manter a cota. O próximo é negro.

O invisível. É aquele que ninguém nota. Só descobrimos que ele existe quando sai às notas.

A feia. Essa existe em todas as partes, não tem escapatória. É aquela que é super inteligente, mega gente boa, engraçada pra caralho, mulher perfeita pra casar se não fosse por um problema, geralmente A feia, é muito feia.

Temos O entendido. É aquele que o que você perguntar sobre sua matéria o cara te responde de uma forma que você entende mesmo sem querer. É comum O entendido ter algumas peculiaridades, como uma forma diferente de falar com um sotaque estranho, ou ele pode ter um jeito próprio de pegar no pincel atômico, ou sei lá, um jeito estranho de sentar. Pode ter tudo isso de uma vez também, mas sempre seguido de uma letra que mais parecem hieróglifos.

A gostosa. Essa é rara. Tamanha sua raridade que nunca vem acompanhada de outra qualidade. Gostosa e ponto! Só sabe falar da carreira, do marido e de tudo que fez pra chegar até onde está.

Isso é só o que eu lembrei agora. Esse espécie de ser humano cresce cada vez mais e estão se diferenciando, criando bifurcações em sua evolução. Existem milhares e pretendo catalogar todos eles aqui.

Uma boa noite pra todos vocês.

@emanoelsimon

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2 Respostas para “Mil e um estereótipos

  1. post not working in firefox

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