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The walking bunny #2

Bullyng

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The walking bunny #1

 

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“Uma lente sobre a mulher Urbana”

Ela retoca o batom, amarra o salto alto e sai. Da janela do apartamento o dia clama por sua presença. Nas calçadas da metrópole suja, seus passos são esperados. Os poetas urbanos recitam versos, os profissionais noturnos batem seus cartões salariais, as vítimas automáticas aguardam a chegada da mulher dos cabelos aos ventos que assobiam seu nome. Os prédios se agigantam a cada tom do desfile de passos que ela marca pelo caminho. E ele ali escondido atrás das lentes da câmera que registram a musa amada em carinho platônico de deseja-l

O relógio aponta os números ideais para o início da persuasão feminina. E os pertencentes ao mundo agarrado se rastejam na gosma que sai de seu caminhar. E o dia surge nos vidros que refletem e marcam as lentes que a vigiam, em indiscreta paixão. E quando ela para e assiste um romance que dança pelas letras tatuadas nas páginas dos livros a vida para e assiste outra vida.

Diante da impossibilidade de continuar a crônica vivida, o homem que a ama em vigia guardo a luneta, toma um copo de leite e vai se deitar. Quem sabe assim nos sonhos a mulher exista em suas mãos que não se cansam das lentes.

 

@dimorales

( vamos nos declarar…viver o amor seja ele puro, impuro ou proibido… ame e se revele)

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Crônicas de um cotidiano infeliz IV

Minha mãe é uma mulher um pouco digamos de uma forma amena, não muito fã de cachorros e animais de estimação em geral.

Quando eu pedia pra ela que me deixasse ter um cachorrinho ela me respondia no tom mais inspirado em crueldade e cinismo possível: “já tenho dois cachorros dentro de casa, pra que eu vou querer mais um?!” (sim querido leitor, ela se refere a mim e a meu irmão).

Bom, eis que uma amiga do trabalho que tem aquele cachorrinho que inspirou o Bidu da turma da Mônica, eu como grande fã das historinhas, sempre sonhei em ter aquele cachorrinho tão carismático!

O cachorrinho teve filhotes e eu mais que depressa bolei um “plano infalível” para ter um deles para mim! Fui até a casa dessa amiga e tirei dezenas de fotos pelo celular daquela pequena criaturinha linda. Ao voltar para casa convenci uma ou outra amiga minha para ir comigo e não disse nada sobre meu maligno plano de induzir minha mãe, apenas disse: “concorde com tudo que eu disser ok??!” Chegando em casa mostrei as fotos do filhotinho pra minha mãe e meu padrasto dizendo que eu já havia comprado por 500 reais. Por ser um filhote de raça e tal! Minha mãe com cara de “foda-se, devolve!” Quase teve um troço, partiu pra cima de mim como uma psicopata possuída por alguma entidade obscura, podia jurar que vi os olhos dela ficando vermelhos e os dentes pontudos de tanta ira!

Bom, um mês depois disso (mês esse em que fiquei dizendo que o cachorrinho estava chegando e pá e comprei todos os pretecos como casinha, coleira, potinho de comida e blá blá blá). Levei o filhote pra minha casa, antes passei no veterinário paguei uma verdadeira nota por uma vacina e recebi a grande noticia que ainda teriam mais algumas outras infinitas medicações para aplicar, quase fiquei tonto com o valor das injeções.

Quando eu mostrei o bichinho pra minha mãe ela fez uma cara de nojo profundo, como se tivesse vestígios de coco debaixo do nariz e ficou sem falar comigo. Dormi com meu novo companheiro no pé da minha cama, com toda aquela alegria de criança e seu primeiro cãozinho. Dei o nome de Nietzsche. (Se você não prestou atenção nas aulas de historia e ou nas aulas de filosofia eu te indico uma ferramenta ótima de conhecimento avançado: O GOOGLE)

Tudo ia bem, quando um dia eu chego em casa e meu bichinho esta na cama de minha mãe, senti um frio na barriga com aquela ameaça mortal, mas quando cheguei mais perto do quarto vi minha linda mãezinha na cama ao lado do Nietzsche acariciando-o com toda ternura materna. Fiquei parado na porta atônito com aquela visão. Imaginei que houvesse posto algum alucinógeno na minha bebida ou se eu havia morrido e estávamos no paraíso, onde todos são bonzinhos com todos!

Mamãe me olhou com um sorriso e disse palavras que eu jamais imaginei escutar dela: “ele é uma gracinha né filho? Todo educadinho, bonzinho!”

Percebi como um raio quem tinha tomado alucinógenos, pobre mãezinha. Olhei ao redor para constatar se o marido dela tinha a abandonado e ela tido um surto, olhei ao redor da cama para procurar alguma arma branca, pois de fato ela só podia estar me ironizando e prestas a matar meu novo melhor amigo!

Pois é querido leitor, a partir daquele dia macabro meu “EX” melhor amigo e companheiro, virou a sombra de minha mãe, só dorme no quarto dela, quando ela chega em casa ele faz a maior festa do mundo, quando o levo para meu quarto ele fica arranhando a porta querendo ir para o quarto dela e só come quando ela coloca a comida dele.

Mas eu te pergunto: você acha mesmo que quando eu chego sou recebido com festa? Naaaada, é automático: ” vai limpar a sujeira que seu cachorro fez no lugar errado!”. Nessas horas, claro que o cachorro é meu.

Hoje eu olhei bem no fundo dos olhos do Nietzsche, segurei sua cabeça e tive uma conversa séria: “Você me custou 500 reais, mais uma fortuna pra te deixar confortável, espera só que você vai ver seu vira-casaca, vou fazer você dormir no quintal e a próxima vacina meu caro amigo, vai ser daquela mega duvidosas de tão baratas! Me aguarde!” E vim desabafar nesse post.

@dimorales

(Baseado em fatos reais – @Fredbc_)

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O dom de ser invisível

Oi, muito prazer. Eu sou o homem invisível e vou falar pra vocês como é bom ser invisível.

Sou de família humilde, não sou invisível por que quero. Eu nasci assim, não tive escolha, nasci invisível. Vocês podem não ver, mas existem vários iguais a mim nas ruas. É como um universo paralelo. Vocês não vêem a nossa gente, não tem como se importar com algo que não vê. Eu não culpo você humano por nós invisíveis sermos ignorados, afinal, é como eu já disse, nós nascemos assim.

Mas nós, nós vemos vocês. Nós estamos aqui todos os dias vendo vocês, observando vocês, vendo vocês acordando pra andar no parque, enquanto nós já moramos no parque. Nós vemos vocês indo trabalhar, enquanto nós nunca arrumamos emprego. Vemos vocês no churrasco com a família, enquanto nós não podemos comprar comida. Vemos vocês brincando com seus filhos, enquanto nós temos que ver nossos filhos pedir e roubar. Vemos no almoço quando procuram o melhor restaurante, enquanto nós temos que… temos que ficar olhando.

Uma vez uma criança me viu e correu de medo, eu a fiz chorar. Os humanos têm medo de nós e quando nos vêem querem nos destruir, posso ouvir os pensamentos deles, ver o olhar deles. Vocês não podem nos ver, mas sabem que estamos aqui, isso vocês sabem.

Por sermos invisíveis, temos a sensação de que somos ignorados, mas sabemos que não é assim. Sabemos que os humanos não nos odeiam só que não nos enxergam, mas saber que não é por querer não nega o sentimento ruim que passa. Por isso moramos assim, debaixo de pontes e casas abandonadas, nas estações de metrô e terminais a noite. Moramos em qualquer lugar onde não ha humanos, onde não desejaremos ser humanos, onde não desejaremos os mesmos direitos. Não podemos desejar direitos iguais se não somos iguais, então… então a gente se esconde.

Eu sonho com isso toda noite que consigo dormir, sonho em ser humano um dia. Sonho ser igual a vocês. Poder fazer tudo sem olhares de desprezo, poder fazer meus filhos felizes, ir ao parque com eles, dormir em camas quentes. Eu arrisco a dizer que nós invisíveis só queremos ser notados, ser notados como humanos, como iguais.

@emanoelsimon colaboração @PalomaScheffer

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Crise. Crise. Crise.

Crise. Essa talvez seja a palavra. Crise. Que momento, fase, sentimento é esse? Crise. A minha nem é tão grande e talvez nem tão importante. Só sei que é temporária. Isso me conforta. Mas não me deixa pensar, não me deixa seguir. Crise. Olha ela ai de volta. Estou estático. Não consigo voltar e nem prosseguir. Crise. O que fazer? Como fazer? Como começar? Como seguir? Quero voltar, como volto? Crise. Escolhas me surgem. Quero um destino. Mas quero seguir o destino certo. Nunca sabemos qual é o certo. Isso me preocupa. Será que estou fazendo o certo? Não sei. Crise. Nunca me deixa, vai, mas sempre volta. Insiste em voltar, o que eu fiz? O que te fiz? Mereço? Não mereço, penso, logo sofro. Sofrer, eu não quero mais sofrer. Quero decidir, mas decidir sem sofrer. Mas como não sofrer? Não pensando! Mas como decidir sem pensar? Crise. E ela voltou. Ela sempre volta. Não quero mais. Desisto. Aqui fica a minha despedida. Crise. Não, chega de crises. Hoje eu decido, hoje eu não sofro, pensarei em uma decisão e ela eu cumprirei. Ouço tiros, isso não é uma crise. Isso é real. Sirenes? O que está acontecendo. A luz apagou. Não consigo parar de digitar. O que esta acontecendo? Responda-me! Por favor. Quem é você? Porque esta me olhando e não me diz nada… Onde estou e por que tudo sumiu? A luz voltou. Minhas coisas voltaram. O que aconteceu? Porque continua me olhando e nada diz? Afinal, quem é você? Oh, Deus, estou sangrando, mas não sinto nada. Não consigo parar de digitar. Preciso de ajuda. Ajude-me, eu te peço. Porque está rindo?

Se isso não faz sentido pra mim, porque teria que fazer para você, mas se fez, por favor, comente, gostaria de entender.

@_jotinha

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Uma noite de reveillon

https://i0.wp.com/img13.imageshack.us/img13/5024/umanoitedereveillon.jpg

O reveillon é aquele tipo de rock especial, tão especial que só acontece uma vez por ano, tão especial que as pessoas se mobilizam pra usar roupas de uma cor só, tão importante que não pode chover.

Pra um dia ser mítico ele só precisa ser reveillon e ter planos de encontro com aquela gostosa que te deixa molhadinho. Sim, assim foi meu fim de ano, um encontro com a gata que me faz correr pelas ruas quando está por perto.

Camburi, Vitória – ES. Marcamos de ir pra casa de um amigo pra calibrar antes de ir ver a queima de fogos à beira-mar. O encontro estava marcado há dias antes do reveillon, eu tinha certeza que encontraria com ela. A presença dela marcava o final da noite pra maioria, mas não pra mim. Com um pré-aquecimento de algumas long necks, uma batida de coisa que juntas deu um sabor perfeito a bebida, mas o momento vodka com três garrafas presentes, eu esperava ansioso a sua chegada.

Nos distraímos com a queima de fogos, cantamos, nos abraçamos, esquecemos de tudo, eu até esqueci do meu encontro marcado, nem lembrava mais. Paramos por um momento e terminamos de ver a queima de fogos, pensando no ano que passou e no ano que vai passar. Cada um em seu mundo silencioso.

Nos infiltramos em meio a multidão logo após a queima de fogos, éramos os reis nesse dia. Era um dia que eu não percebi ninguém a minha volta, eu tinha um foco que não saia da minha cabeça, eu tinha que ser memorável. O primeiro encontro do ano tem que significar alguma coisa.

O tempo passou correndo por mim, hesitei tateando o bolso e aliviado encontrei minha carteira. Suspirei e me peguei olhando pra céu escuro da noite de reveillon, me perguntando se ela viria mesmo, se viria acabar com a noite perfeita só por mim, só pela minha presença. A presença dela não era muito desejada entre os zumbis da noite de reveillon, cuja orla estava infestada.

A noite estava em seu fim e eu em algum momento nela me esqueci do meu encontro. Coisas me chamaram mais atenção do que a promessa dela de fazer dessa noite especial. Peitos me chamam a atenção. Não tenho e não quero ter culpa disso. Foi um acontecimento que me prendeu e me fez esquecer. Arrisco dizer que todos esqueceram, estavam todos curtindo sem preocupações, sem limites, sem esperar por nada inesperado.

Uma noite de reveillon em que a chuva furou comigo. Ainda assim foi especial.

@emanoelsimon

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Por um ano novo melhor…

“O relógio bate meia noite, os fogos iluminam os céus, as pessoas se abraçam e se beijam, e infinitos planos e promessas são feitos. Mais uma vez, chegamos ao final de outro ano. Os assuntos se voltam para o ano que chega, para as juras que faremos, e para as inúmeras que não cumpriremos.” (Eduardo Shinyashiki).

Sempre desejamos que o próximo ano compense o anterior e que seja o melhor de todos os anos, é claro queremos as melhores coisas pra nós, mas a verdade é que nenhum ano será perfeito. Ano que vem você não vai parar de beber, de fumar e levantar uma hora mais cedo pra caminhar antes de ir pro trabalho porque prometeu na virada de ano, talvez faça por saúde. Mas você não vai brigar menos com seus pais por motivos idiotas, ou parar de pentelhar seu irmão. Não vai se cuidar mais, fazer os exames preventivos, ou só comer ZERO GORDURA.

Cortar o doce você nem sabe por que prometeu. E os pedidos nunca faltam… Para os encalhados sempre um novo amor, o homem ou mulher estereótipos que não vão te fazer sofrer, doce ilusão! Para os desempregados, um emprego com um chefe maravilhoso que não pegue no seu pé, doce ilusão! E para a maioria enriquecer, doce ilusão! Você só conseguirá todas essas coisas se correr atrás delas e mesmo assim corre um grande risco de nunca alcançar…

…Perdemos tempo planejando o futuro e esquecemos-nos do presente, grande parte do fracasso do nosso novo ano, si da por não realizamos a promessa do ano anterior e fazer novas promessas para o ano seguinte, é um ciclo, e pode se tornar um ciclo sem fim se você não parar para pensar em como esta regendo sua vida, novas promessas, novos sonhos, novos projetos, novos compromissos, novos desejos, fazem parte da vida do ser humano, o ser humano é movido por novas conquistas e por desejos que pretendem realizar, e isso jamais vai ser errado e nunca vai deixar de existir, mas é errado deixamos coisas mal resolvidas, mal terminadas, inacabadas e ainda assim começar novas coisas.

Nunca deixe para depois o que pode ser feito na hora, nunca deixe algo mal resolvido se pode resolver, se tem um sonho, persista e se desistir, deixe isso bem claro pra você, muitas vezes deixamos algo para trás e um dia essa coisa vem nos cobrar de alguma forma, seja na consciência ou não. Gastamos boa parte de nosso tempo planejando a vida, as ações, as atividades e o futuro. Vivemos tentando antecipar a vida, quando, na verdade, nós é que deveríamos nos antecipar ao futuro e estar de braços abertos para recebê-lo quando ele chegar. Tentar fazer com que o futuro aconteça agora somente aumenta nossa ansiedade e nos faz viver insistentemente em um tempo que não é o nosso, não é o hoje, não é o presente. Precisamos agir termos atitude, fazer, cumprir, correr atrás, para que 2011 seja melhor que 2010, simplesmente faça com que seja! Realize, cumpra tudo que deseja, não apenas alimente esperanças, mas cumpra o agora, o hoje, tudo pode continuar dando errado, ou tudo certo, não sei. Essa é graça da vida!

“Neste novo ano que se aproxima, deixo meus mais sinceros votos de felicidade, amor, união e bons sentimentos. No entanto, mais que tudo isso, desejo a todos um novo presente, um novo agora dotado de atitudes conscientes e vencedoras. Espero que o ano que chega seja de contextos, de possibilidades, de grandes realizações e de plena consciência sobre os outros e nós mesmos. Desejo que todos tomem consciência de que o grande presente é o próprio agora e de que a vida é, na verdade, um grande e bonito milagre.” (Eduardo Shinyashiki).

Em 2o11 prometo escrever mais textos e menos textos óbvios. rs

@_jotinha @naayana

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Me perdoa?

Da série:  Casos De Verão Vol.1

Estrelando:  Maria, Jorjão e um outro alguém.

– Maria, eu tenho que te contar uma coisa, mas não sei como começar e nem explicar, sinto que você nunca vai me perdoar, e eu também não me perdoaria. Antes queria lhe pedir desculpas por tudo e saiba que enquanto estávamos juntos e fiz juras de amor, fui sincero em cada palavra.

– Jorjão, seja sincero comigo, não precisa me esconder nada, eu te amo. Quem sabe eu não aceito e podemos encarar isso juntos?

– Maria, como contar algo que durante a minha vida toda, foi algo totalmente impensado?

– Jorge, já estou começando a ficar preocupada, chega desse suspense, me conte agora, não estou achando graça nessa brincadeira, você sabe que não gosto disso!

– Maria, tente entender, eu não consigo te contar com tanta facilidade, tenho medo do que você vai pensar, os amigos, os vizinhos…

– Tem outra na jogada? Conheceu outra? É isso Jorge Henrique? Você esta me traindo? Qual o nome da vadia? De onde ela é? É alguma amiga, ou alguma daquelas suas piranhas que você chama de colegas de trabalho?

– Não Maria, eu nunca te trai, antes disso acontecer, eu terminaria tudo, jamais te magoaria a tal ponto, mas sim, eu conheci uma pessoa.

– Eu sabia que era alguma piranha, eu sabia, fala logo quem é. Chega de lenga, lenga!

–  Você conhece Maria! Não queria, juro que não queria, lembra daquele dia que fui até a sua academia? Naquela manha de sábado?

– Sim, continue.

– Eu conheci lá,  já estava saindo, quando seu instrutor me parou para perguntar algumas coisas sobre o meu trabalho, conversa vai, conversa vem, marcamos um encontro… De lá pra cá, eu me apaixonei.

– Você se apaixonou pelo PAULÃO? MEU INSTRUTOR?

@_jotinha – #FAIL

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Chega, basta!

Hipocrisia, tem comandado o universo a muitos anos, o ‘pré-conceito’, o julgamento irracional e meramente emocional, implantado em mentes pouco pensantes, tem dominado a sociedade do século atual, que vem antes do século passado.

Filhos de um sistema, de uma onda contaminada de podridão, pessoas que acham que conhecem a verdade, que pior ainda a possuem, quando sabemos que a verdade ela não existe, a verdade do que, sobre o que? As pessoas não são iguais, valores e ideologias devem e são diferentes para cada um. Só vejo pessoas apegadas a conceitos antigos, pessoas novas com cabeças ultrapassadas, pensamentos esses que são passados de geração a geração.

Vejo pessoas apegadas a lideres que se dizem especiais, que se dizem donos, vejo pessoas seguindo grandes massas e sendo contaminadas por ela, vejo pessoas acreditando cada vez mais na televisão, pessoas que se esqueceram de  pensar e resolveram que não precisam, deixam a vida levar e não em um bom sentido, se deixam se influenciar e se deixam levar por pessoas de má intenção.

Tudo se trata disso do bem e do mal…

Sinceramente, nem sei o que eu quis dizer com tudo isso.  Da hipocrisia, para o preconceito, alienação, ideologia. Acho que no final, tudo tem a ver.

Chega, basta.

@_jotinha – Devaneio construtivo.

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